12 de fev. de 2011

E nem precisava ser vidente...

Um dia, em uma terra distante, uma mocinha chamada Karina vivia feliz, até o dia em que fez uma assinatura do Speedy e sua vida virou um inferno.

Mentira, a história está toda errada. 

Um dia, em uma terra distante, uma mocinha chamada Karina vivia meia boca, vez que não tinha internet decente desde que mudou para a nova casinha e ela teve que se contentar com o serviços toscos de uma internet a rádio, até o dia em que seu marido - aquele que deveria ser seu maior companheiro e lhe proteger de todos os males do mundo - fez uma assinatura do Speedy e sua vida virou um inferno.

Agora sim, esta é a verdade.

Mas é. Eu disse, e nestas horas nada me alegra mais que poder afirmar (várias, várias, várias vezes mesmo): eu disse! Eu bem falei que a Telefônica era uma merda. Que fornece um serviço duvidoso e tem um atendimento lixo. Mas quiseram me ouvir? Quiseram? (Hein, Marcelão?!).

O fato é que há 21 dias eu tenho um modem que acende apenas as luzinhas da rede, mas a do DLS e do Online, não. Eu tenho uma linha telefônica que não faz chamadas, mas as recebe algumas vezes e, em algumas destas vezes é um recadinho simpático da Telefônica me cobrando por um serviço do qual eu sequer recebi um boleto de pagamento e - acreditem - não funciona no meu lar doce home. Eu tenho quatro números de protocolo de solicitações de suporte técnico e um processo aberto na ouvidoria da empresa.

Legal. Muito mesmo. Mas eu disse. Eu bem falei. E é só a satisfação de poder dizer isso que me faz sentir algo próximo de borboletinhas de chumbo no estômago.

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