Sim, eu me emociono - foi o que pensei ao final do casamento da Linoca e do Cláudio.
Não, não sou o tipo de gente que chora em casamentos. Mas sou o tipo de gente que se emociona - e chora se a emoção resolver não respeitar o espaço interno - vendo a alegria de quem ama.
Eu tenho faniquitos sim e agito bobamente meus pompons imaginários quando um dos meus caros consegue aquele emprego, conquista uma promoção, fica contente por achar bala de banana no boteco, compra o primeiro ou o oitavo carro, entrega a monografia no prazo e tira um 10 na banca, quando cria coragem para largar o conforto do lar e ir morar com o namorado ou cria coragem para promover o namorado a marido.
E nem estou ligando se vou parecer um pocinho loiro de loucura e excesso, ou se a maquiagem vai borrar e vou sair toda escorrida na foto. Isso porque, e só porque, sem loucura a vida não tem graça e cara feia a gente conserta no Photoshop...
Só não pode mesmo é ter falta de sentimento, porque isso darling, não tem software que corrija!
Quer saber uma verdade? A Kaká chora até em comercial de 30 segundos, já nos primeiros 15... Mas não conta pra ninguém tá?
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